Mais um texto direto do YoungFlies, é velhinho, mas fui eu que fiz:
Passamos um tempo hoje aqui no QG da Namosca sem internet. Com isso, consegui parar pra escrever um pouco e, depois de uma pergunta que me fizeram, parei pra pensar nas coisas da firrrma, na falta de internet que me irritou e no que eu, enquanto colaboradora pertencente à Geração Y quero da empresa onde trabalho e do meu futuro. Li alguns textos que tinha salvo aqui e cheguei às seguintes conclusões:
A Geração Y leva para as empresas e líderes uma mudança radical e quebra de padrões no que diz respeito a gerir, reter e motivar talentos. FATO. Identifico-me 100% com essa afirmação e vejo a mesma característica nos meus colegas Y.
Entre as características mais importantes dessa geração estão a informalidade e o questionamento, o pouco interesse por gerenciar e a preferência por trabalhar por projetos, por jobs. Os componentes da Geração Y são dinâmicos e possuem facilidade para trabalhar em grupo, mas desejam flexibilidade e mobilidade em seus trabalhos, além de necessitarem de feedbacks e querer ascender profissionalmente com rapidez.
É possível perceber que as características e peculiaridades dessa geração criam conflitos constantes e geram certo desconforto nas organizações, muitas vezes estagnadas e burocráticas, levando-as muitas vezes à elevação do turnover e ao aumento da rotatividade de empregos destes jovens – mas não é só isso que causa um turnover alto nas empresas, que fique registrado…
Os jovens tem um espírito questionador, criativo e possuem alta afinidade com muitas tecnologias e meios de comunicação, fatores que estão diretamente fundamentados na base das inovações tecnológicas, que atualmente se converteram em um dos principais determinantes da competitividade empresarial. Por outro lado, também vejo algumas deficiências comuns aos hábitos desta geração, como baixa capacidade de gerir e administrar, dificuldades para se expressar adequadamente, sobretudo por escrito (cada currículo que eu li quando selecionava pessoas para entrevistar, que vergonha!), tudo em decorrência da falta do hábito de leitura que vejo em muitos colegas Y.
(clica na imagem pra abrir e ler tudo!)
Para aproveitar os talentos dessa nova geração e eliminar estas deficiências, grandes empresas tem buscado programas de capacitação e desenvolvido competências gerenciais e de liderança para jovens talentos.
O problema é que só isso não tem sido eficiente, já que as empresas cada vez mais precisam adequar seus modelos de recrutamento, capacitação e gerenciamento de recursos humanos e enfrentam essas deficiências de maneira criativa e diversificada, percebendo que os jovens que dão pouca importância às hierarquias querem tomar conhecimento de tudo, mas que são inquietos e precisam acreditar no que fazem – caso não acreditem ou sintam-se limitados, partem para outra iniciativa ou para a criação de sua própria empresa (FATO!).
Com isso, as empresas acabam perdendo toda a força motriz dessa geração que é inovadora, impulsionadora e evolutiva… Uma pena, porque basta ser aplicado o suficiente e ter bons ouvidos para entender o que a Geração Y quer da vida e do trabalho.
Tá me ouvindo?

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